TJAM prestigia encontro de notários e registradores que contou com a presença ministro Luiz Fux

TJAM prestigia encontro de notários e registradores que contou com a presença ministro Luiz Fux

O desembargador João de Jesus Abdala Simões representou o Tribunal de Justiça do Amazonas no “VII Encontro Amazonense de Notários e Registradores”, realizado em Manaus na última sexta-feira (13), e que contou com a participação, como conferencista, do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux. O evento foi organizado pela Associação e o Sindicato de Notários e Registrados do Amazonas (Anoreg e Sinoreg/AM), em parceria com a Confederação Nacional de Notários e Registradores (CNR), e também contou com a presença do ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Mauro Campbell Marques, da desembargadora do TJAM Vânia Marinho, dentre outras autoridades.

A programação teve início por volta de 15h e seguiu até a noite, com quatro painéis de debates, além da conferência do ministro Luiz Fux. Entre os temas debatidos estiveram: direito à moradia e processo de regularização; atos de cidadania e desjudicialização; atos notariais eletrônicos; taxas cartorárias, entre outros. O objetivo foi reunir profissionais do segmento e debater as melhores práticas no atendimento à sociedade.

O presidente da Anoreg e do Sinoreg/AM, Marcelo Lima Filho, ressaltou que os cartórios estão presentes em todo o Amazonas, e esse fato deve ser explanado em encontros como este. “Em cada rincão, em cada calha de rio, temos um cartório e um delegatário comprometido com a promoção da cidadania, combatendo o sub-registro e a irregularidade fundiária, mesmo diante das dificuldades logísticas, de telefonia e de acesso à internet”, disse Lima Filho, agradecendo à presença das autoridades e de cada tabelião e registrador no evento.

Vaga no CNJ

Durante a sua conferência no evento, o ministro Luiz Fux, conforme divulgado pela assessoria de imprensa da Anoreg/AM, mencionou a intenção de criar, no Conselho Nacional de Justiça, uma vaga destinada ao representante notarial e de registro. Segundo o ministro, o CNJ precisa de um representante do segmento cartorário pela expertise e pela importância desta atividade no País.

Ainda conforme o material divulgado pela assessoria de imprensa, Fux afirmou que a atividade extrajudicial funciona como uma Justiça coexistencial que contribui para a Justiça tradicional. “O Poder Judiciário possui cinco mil comarcas no Brasil, mas também temos 15 mil cartórios. Vejam a capilaridade da atividade extrajudicial, sendo três vezes maior em comparação à presença do Judiciário nesses locais”, destacou o ministro em seu discurso sobre desjudicialização, acrescentando que muitos atos podem ser solucionados em cartórios.

Fonte: Asscom TJAM

Leia mais

Sem prova de ilegalidade, Justiça não substitui avaliação de comissão de heteroidentificação

Segundo a decisão, o controle judicial é possível, mas não autoriza a substituição automática da avaliação administrativa. A Justiça Federal negou o pedido de liminar...

Análise de documentos não se confunde com dilação probatória para negar mandado de segurança

TRF1 suspende sentença que extinguiu ação sem julgamento do mérito ao entender que controvérsia pode ser resolvida com base em documentos já constantes dos...

Mais Lidas

Justiça do Amazonas garante o direito de mulher permanecer com o nome de casada após divórcio

O desembargador Flávio Humberto Pascarelli, da 3ª Câmara Cível...

Bemol é condenada por venda de mercadoria com vícios ocultos em Manaus

O Juiz George Hamilton Lins Barroso, da 22ª Vara...

Destaques

Últimas

Justiça condena maternidade e pediatra por violência obstétrica psicológica

A 5ª Vara Cível de Campo Grande (MS) condenou maternidade e pediatra ao pagamento de R$ 15 mil por...

Justiça condena clínica de estética por procedimento facial malsucedido

A 9ª Vara Cível de Campo Grande (MS) condenou, de forma solidária, uma clínica de estética e sua franqueadora...

Justiça proíbe companhia aérea de exigir quitação antecipada para remarcar voo

Exigir a quitação do saldo remanescente de um pacote de viagens como condição para remarcar um voo cancelado, sem...

Sem prova de ilegalidade, Justiça não substitui avaliação de comissão de heteroidentificação

Segundo a decisão, o controle judicial é possível, mas não autoriza a substituição automática da avaliação administrativa. A Justiça Federal...