Promotoria de Justiça de Itamarati-AM ganha nova sede

Promotoria de Justiça de Itamarati-AM ganha nova sede

O Ministério Público do Amazonas (MPAM) se prepara para a inauguração da nova sede da Promotoria de Justiça de Itamarati. A conquista integra o plano de ação do Procurador-Geral de Justiça, Alberto Rodrigues do Nascimento Júnior, com vistas à melhoria da infraestrutura de todas as sedes do órgão ministerial no interior. “A inauguração da nova sede vai proporcionar mais conforto e qualidade no atendimento prestado à população Itamaratiense. E esse é o nosso objetivo: garantir que toda a população do Amazonas seja atendida pelo MP com estruturas físicas e quantitativo de pessoal adequados, a fim de garantir realmente a defesa da sociedade, declarou o PGJ”, disse o PGJ.

A nova sede da Promotoria de Justiça de Itamarati é resultado de dezenas de reuniões para tratativas e acertos, assinatura de termos de intenções e de convênios com a Prefeitura e com a Câmara de Vereadores, até a conclusão das obras, prevista para setembro/outubro deste ano. “Faltam apenas alguns detalhes para a conclusão da obra, como a fachada, o letreiro e a pintura externa. Em setembro ou outubro, a sede da Promotoria de Justiça de Itamarati estará pronta para a inauguração. Um grande avanço para o município, que finalmente terá uma sede própria do MP. Esta, sem dúvida, é uma das melhores estruturas físicas do interior do Estado do Amazonas. O MP e a população de Itamarati só têm a ganhar com este fortalecimento”, avaliou o Promotor de Justiça Caio Lucio Fenelon Assis Barros.

A necessidade de garantir uma estrutura capaz de atender a população foi o que levou o Promotor de Justiça Caio Lucio Fenelon Assis Barros a buscar apoio junto aos Poderes Executivo e Legislativo da cidade. Compreendendo a legitimidade do pleito ministerial, o Prefeito João Campelo Medeiros foi o primeiro a aderir ao esforço para melhoria das condições de funcionamento do MPAM na cidade. Em seguida, veio a Câmara de Vereadores, que viabilizou a cessão de um imóvel sem aproveitamento e pertencente ao Município, para funcionamento da sede ministerial fora das dependências do Judiciário.

A sede da Promotoria de Justiça de Itamarati, que antes sequer tinha divisórias, atualmente dispõe de recepção, salas de atendimento para a população, banheiros, gabinete do Promotor com mesa para a realização de reuniões, além da secretaria, onde é possível acomodar até três servidores.

Fonte: Asscom MPAM

Leia mais

TRE/AM: Se o impedimento não alcança o registro da candidatura, é inútil cassar o diploma do eleito

O Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM) manteve o prefeito de Manicoré, Lúcio Flávio do Rosário, no exercício do mandato ao rejeitar recurso que...

Medida contra ato disciplinar aplicado a filiado de partido político deve ser endereçada ao juízo comum

A Justiça Eleitoral não é a via adequada para discutir atos disciplinares aplicados por partidos políticos a seus filiados quando a controvérsia se restringe...

Mais Lidas

Justiça do Amazonas garante o direito de mulher permanecer com o nome de casada após divórcio

O desembargador Flávio Humberto Pascarelli, da 3ª Câmara Cível...

Bemol é condenada por venda de mercadoria com vícios ocultos em Manaus

O Juiz George Hamilton Lins Barroso, da 22ª Vara...

Destaques

Últimas

Sancionado o ‘Pix Pensão’, que automatiza pagamento da pensão alimentícia

Foi sancionada a lei que cria um sistema de transferência automática para o pagamento de pensão alimentícia entre contas...

TST mantém entendimento sobre desconto de dias parados em greves de longa duração

A Seção Especializada em Dissídios Coletivos (SDC) do Tribunal Superior do Trabalho autorizou duas empresas de Indaiatuba (SP) a...

Filho com paternidade reconhecida após morte de trabalhador pode pedir indenização

A Sétima Turma do Tribunal Superior do Trabalho determinou o prosseguimento de uma ação ajuizada por um jovem cuja...

Insinuar desvio de dinheiro público contra candidato sem provas configura propaganda eleitoral irregular

A liberdade de expressão garante amplo espaço para críticas durante campanhas eleitorais, mas não autoriza a atribuição de ilícitos...