Justiça do DF condena réu a 28 anos de prisão pelo crime de feminicídio

Justiça do DF condena réu a 28 anos de prisão pelo crime de feminicídio

Distrito Federal – O Tribunal do Júri de São Sebastião condenou nessa terça-feira, 8/2, o réu Fabiano de Sousa Eduardo à pena de 28 anos, um mês e 15 dias de prisão, em regime inicial fechado, pelo feminicídio da companheira Claudinete Oliveira Barbosa.

O crime ocorreu  na manhã do dia 2 de maio de 2021, na casa onde o casal morava há mais de sete anos, em São Sebastião. A vítima foi golpeada no pescoço com um abridor de coco, porque o réu não aceitava o término do relacionamento. O filho da vítima, de 13 anos de idade, presenciou a morte da mãe.

Em plenário, os jurados, em votação secreta, acolheram a denúncia do Ministério Público do DF e reconheceram as qualificadoras do motivo torpe, recurso que dificultou a defesa da vítima e feminicídio. Além disso, foi considerado agravante o fato de o crime ter sido praticado na frente do filho da vítima.

Ao estabelecer a pena, o juiz presidente do Júri destacou a motivação torpe do crime: “O sentimento de possessão do acusado sobre a vítima é sentido em diversas provas existentes nos autos, como na relutância em permitir que a vítima frequentasse academia e na visualização continua dos dados existentes em seu aparelho celular, com exigência do fornecimento da senha do aparelho”, ressaltou.

O acusado respondeu ao processo preso e não poderá recorrer em liberdade.

processo: 0703298-19.2021.8.07.0012

Fonte: Asscom TJDFT

Leia mais

STJ mantém decisão que obriga Amazonas a construir nova escola para alunos com deficiência

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve a decisão que condenou o Estado do Amazonas a construir uma nova estrutura para a Escola Estadual...

TRE-AM abre dados de duas pesquisas eleitorais e reforça auditoria dos partidos

O Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM) determinou a abertura dos dados e documentos de duas pesquisas eleitorais registradas para as eleições de 2026...

Mais Lidas

Justiça do Amazonas garante o direito de mulher permanecer com o nome de casada após divórcio

O desembargador Flávio Humberto Pascarelli, da 3ª Câmara Cível...

Bemol é condenada por venda de mercadoria com vícios ocultos em Manaus

O Juiz George Hamilton Lins Barroso, da 22ª Vara...

Destaques

Últimas

Pandemia não justifica redução em mensalidade após adoção de ensino remoto

A 1ª Câmara Cível do TJRN manteve decisão que negou o pedido de alunos para reduzir mensalidades durante a...

Empresa é condenada após usar nome de homem como sócio sem consentimento

Um homem ganhou uma ação judicial movida contra uma empresa ligada ao ramo do comércio varejista de vidros que...

Plano de saúde deverá custear tratamento quimioterápico ocular

A 1ª Câmara Cível do TJRN reformou decisão da 9ª Vara Cível de Natal e determinou que seja garantida...

Venda de precatórios federais deverá ser comunicada à Advocacia-Geral da União

A venda ou transferência de precatórios que tenham a União, suas autarquias ou fundações como devedores deverá ser comunicada...