Júri popular de SC na comarca de Lages terá feminicídio e violência sexual no banco dos réus

Júri popular de SC na comarca de Lages terá feminicídio e violência sexual no banco dos réus

Um homem acusado de assassinar a companheira será julgado a partir das 10 horas desta quinta-feira (19/8), durante a primeira sessão do Tribunal do Júri da comarca de Lages neste mês de agosto.  Por conta da pandemia, não haverá presença do público.  Apenas os servidores da Justiça, policiais e jurados participam do ato e com o cumprimento de todas as medidas de saúde e segurança contra coronavírus.

Conforme denúncia do Ministério Público, o réu matou a companheira, a quem teria estuprado dias antes do homicídio. O motivo da discussão, que terminou com a morte da mulher, foi justamente o boletim de ocorrência registrado por ela sobre a violência sexual, assim como sua resistência em manter um relacionamento amoroso com o acusado.

A vítima foi agredida com golpes de bastão metálico, socos, chutes e sofreu esganadura. O homem escondeu o corpo embaixo de um assoalho. O homicídio tem as qualificadoras do feminicídio, motivo torpe e meio cruel. O processo está em segredo de justiça.

No segundo e último júri popular de agosto, marcado para dia 26,  dois irmãos serão julgados pela morte de um homem. O crime ocorreu no bairro Bom Jesus, em Lages, depois de uma discussão entre um deles e a vítima. Nos autos, a denúncia do MP relata que um dos acusados desferiu diversos golpes com um taco de madeira. Para auxiliar o irmão, o outro réu se armou com pedra e também passou a agredir a vítima na região da cabeça. O homicídio é qualificado pelo meio cruel e surpresa.

Fonte: Asscom TJSC

Leia mais

Notificação expedida fora do prazo leva Justiça a anular processo de suspensão de CNH

A Justiça do Amazonas anulou processo administrativo instaurado pelo Departamento Estadual de Trânsito do Amazonas (DETRAN/AM) para suspensão ou cassação do direito de dirigir...

Operadora é condenada por “venda casada dissimulada” em plano de internet no Amazonas

Sentença do Juiz George Hamilton Lins Barroso, da 22ª Vara Cível e de Acidentes de Trabalho de Manaus condenou a empresa Claro S/A por...

Mais Lidas

Justiça do Amazonas garante o direito de mulher permanecer com o nome de casada após divórcio

O desembargador Flávio Humberto Pascarelli, da 3ª Câmara Cível...

Bemol é condenada por venda de mercadoria com vícios ocultos em Manaus

O Juiz George Hamilton Lins Barroso, da 22ª Vara...

Destaques

Últimas

TRF1 mantém decisão que afastou responsabilidade de construtora por acidente em rodovia federal

A 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) manteve a sentença que negou o pedido do...

Servidor sofre assédio moral ao ser expulso de local de trabalho e será indenizado por danos morais

O 3º Juizado Especial Cível, Criminal e da Fazenda Pública da Comarca de Parnamirim condenou o Município de Parnamirim...

Justiça garante direito à amamentação mesmo com uso de fórmula e reforça proteção à infância

Em decisão unânime, a 11ª Câmara do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região reconheceu o direito de uma...

Mãe acusada de abandono intelectual é absolvida após provar doença grave da filha

Uma mulher denunciada por abandono intelectual, ao não matricular a filha em idade escolar obrigatória, foi absolvida após comprovar...