Júri de Cotriguaçu- MT condena homem a 14 anos de prisão por matar mulher a pauladas

Júri de Cotriguaçu- MT condena homem a 14 anos de prisão por matar mulher a pauladas

O Tribunal do Júri de Cotriguaçú-Mato Grosso, condenou Evandro Silva das Virgens a 14 anos de reclusão, pelo crime de homicídio com duas qualificadoras: por motivo fútil e uso de meio cruel, contra a vítima, Juliana Barbosa. O crime, aconteceu 2014.
O julgamento aconteceu nesta segunda-feira (26 de julho), sob a presidência do juiz Juliano Hermont Hermes da Silva. Cotriguaçú fica a 950 km a noroeste de Cuiabá).
A sessão de julgamento foi realizada das 9h às 16h, de forma híbrida, já que o réu está preso na Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá, de onde participou por videoconferência. Magistrado, promotor, jurados e público interessado, de forma limitada, participaram presencialmente. Todas as medidas sanitárias orientadas pelos órgãos de saúde foram seguidas para evitar a propagação do coronavírus.
De acordo com a ação penal, em dia 8 de agosto de 2014, por volta de meia-noite, em um terreno baldio, às margens da Avenida Brasil, Centro da Cidade de Juruena (909 km da Capital), Evandro das Virgens e Juliana se encontraram para fazerem uso de entorpecente. Em dado momento houve desentendimento. Ele empurrou a vítima, que caiu ao solo e desferiu vários golpes com um pedaço de madeira atingindo a cabeça de Juliana. A mulher morreu no local. A denúncia foi recebida em 26 de agosto de 2015.
Fonte: Ascom TJMT

Leia mais

Sentença que inverte ônus da prova sem prévia intimação das partes é nula, define Justiça no Amazonas

É nula a sentença que aplica o Código de Defesa do Consumidor (CDC) e inverte o ônus da prova sem prévia intimação das partes,...

Ausência de interrogatório na fase policial não gera nulidade e tampouco impede cautelar

A ausência de interrogatório do investigado na fase policial, por si só, não configura cerceamento de defesa nem invalida a decretação de prisão preventiva...

Mais Lidas

Justiça do Amazonas garante o direito de mulher permanecer com o nome de casada após divórcio

O desembargador Flávio Humberto Pascarelli, da 3ª Câmara Cível...

Bemol é condenada por venda de mercadoria com vícios ocultos em Manaus

O Juiz George Hamilton Lins Barroso, da 22ª Vara...

Destaques

Últimas

Sentença que inverte ônus da prova sem prévia intimação das partes é nula, define Justiça no Amazonas

É nula a sentença que aplica o Código de Defesa do Consumidor (CDC) e inverte o ônus da prova...

Ausência de interrogatório na fase policial não gera nulidade e tampouco impede cautelar

A ausência de interrogatório do investigado na fase policial, por si só, não configura cerceamento de defesa nem invalida...

Retroativos de promoção não podem ser empurrados para fila administrativa

No caso concreto, a Justiça Federal entendeu que o ente público não pode reconhecer oficialmente que deve valores retroativos...

Empresa é condenada por prejuízo a consumidora em golpe da portabilidade

Sentença proferida pela 6ª Vara Cível de Campo Grande reconheceu parcialmente o direito de uma consumidora vítima do chamado...