Condenado pela morte de Eliza Samúdio, ex-goleiro Bruno pede liberdade condicional

Condenado pela morte de Eliza Samúdio, ex-goleiro Bruno pede liberdade condicional

Reprodução/Instagram

O ex-goleiro Bruno Fernandes entrou com pedido de liberdade condicional na Vara de Execuções Penais do Rio no último sábado (16). Ele foi condenado a 20 anos e 9 meses de prisão após confessar ser mandante no assassinato da modelo Eliza Samúdio, em 2010. Atualmente, cumpre pena em regime semiaberto domiciliar. O corpo de Eliza nunca foi localizado.

Bruno cumpriu pouco mais de 8 anos de pena, nunca pagou pensão alimentícia ao filho Bruninho que foi criado pela avó materna. No regime de prisão domiciliar o condenado tem restrições de horários para voltar para casa, já na liberdade condicional, ele deverá cumprir poucas condições como ocupação lícita.

Leia mais

Sem prova de tratamento indispensável, cancelamento de plano coletivo não admite reativação

Plano coletivo pode ser cancelado sem autorização do consumidor, decide Justiça do Amazonas. A rescisão unilateral de contrato coletivo de plano de saúde é válida...

Ser chamado de “burro” em conversa de WhatsApp não gera dano moral

A responsabilidade civil pressupõe a presença concomitante de conduta ilícita, dano e nexo causal, conforme previsto em lei. Segundo a sentença, no caso concreto,...

Mais Lidas

Justiça do Amazonas garante o direito de mulher permanecer com o nome de casada após divórcio

O desembargador Flávio Humberto Pascarelli, da 3ª Câmara Cível...

Bemol é condenada por venda de mercadoria com vícios ocultos em Manaus

O Juiz George Hamilton Lins Barroso, da 22ª Vara...

Destaques

Últimas

Justiça mantém indenização à vítima de violência doméstica por perda de bebê

A 3ª Turma Criminal do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) manteve a condenação de...

Ex-vendedora será indenizada por críticas à aparência em loja de luxo

A Justiça do Trabalho condenou uma loja da capital a pagar indenização de R$ 3 mil por danos morais a...

Justiça do Paraná reduz pena de homem que ateou fogo na companheira

Uma decisão do Tribunal de Justiça do Paraná acolheu o pedido da defesa de José Rodrigo Bandura e mudou...

Sem prova de tratamento indispensável, cancelamento de plano coletivo não admite reativação

Plano coletivo pode ser cancelado sem autorização do consumidor, decide Justiça do Amazonas. A rescisão unilateral de contrato coletivo de...