Após acordo, Justiça libera abertura de comportas da Hidrelétrica de Balbina

Após acordo, Justiça libera abertura de comportas da Hidrelétrica de Balbina

Hidrelétrica de Balbina – Foto: Divulgação

Manaus/AM – A Eletrobras conseguiu reverter a decisão da Justiça que proibia que a concessionária abrisse as comportas da Hidrelétrica de Balbina para liberar o excesso de água gerado pelas chuvas na região. Há a possibilidade de que uma nova abertura ocorra ainda hoje (12).

A autorização foi concedida depois que a empresa fechou um acordo com a Prefeitura de Presidente Figueiredo se comprometendo a dar todo o suporte às famílias da região que serão afetadas com a água liberada.

Entre os termos do acordo estão a liberação diária de 90 litros de combustível para que os mais de 1.300 moradores possam se locomover por meio de embarcações, aluguel de barcos com capacidade para transportar até 72 pessoas e o pagamento de cestas básicas no valor de R$ 500 que deve ser realizado em 3 parcelas com pagamento da primeira em até 24h (o benefício deve ser pago enquanto o sistema de abertura de comportas perdurar).

Além das medidas paliativas, a empresa terá 20 dias para elaborar um plano de contingência logístico definitivo sobre o impacto causado pela vazão. Nele deverá ser especificado quanto tempo esse sistema será necessário e garantia do suporte oferecido.

A Eletrobras terá ainda que cumprir à risca o acordo, caso contrário poderá ser multada em R$ 100 mil por dia a cada descumprimento.

Leia mais

Uso do cartão pelo cliente com prova do contrato pelo Banco validam o negócio

A Primeira Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) decidiu que o uso do cartão de crédito consignado pelo consumidor, aliado à...

Mesmo vendido na agência, consórcio não gera responsabilidade automática do Banco

A comercialização de um consórcio em uma agência da Caixa Econômica Federal, por si só, não torna o banco responsável por eventuais problemas decorrentes...

Mais Lidas

Justiça do Amazonas garante o direito de mulher permanecer com o nome de casada após divórcio

O desembargador Flávio Humberto Pascarelli, da 3ª Câmara Cível...

Bemol é condenada por venda de mercadoria com vícios ocultos em Manaus

O Juiz George Hamilton Lins Barroso, da 22ª Vara...

Destaques

Últimas

Uso do cartão pelo cliente com prova do contrato pelo Banco validam o negócio

A Primeira Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) decidiu que o uso do cartão de crédito...

Mesmo vendido na agência, consórcio não gera responsabilidade automática do Banco

A comercialização de um consórcio em uma agência da Caixa Econômica Federal, por si só, não torna o banco...

Diagnóstico posterior de autismo não autoriza candidato a migrar para cota PcD após inscrição

A Justiça Federal no Amazonas decidiu que o diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA) obtido depois do encerramento...

Comissão aprova regras mais rígidas para condenados por crimes sexuais contra crianças

A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que torna mais rigorosa a punição...