Juíza Sabrina Ferreira faz mutirão de audiências pela 2.ª Vara de Execução Penal de Manaus

Juíza Sabrina Ferreira faz mutirão de audiências pela 2.ª Vara de Execução Penal de Manaus

A 2ª Vara de Execução Penal (2.ª VEP) do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) realizou na segunda-feira (30/08) mais um mutirão de audiências presenciais de justificação em presídios da capital. Desta vez, a ação foi levada à unidade de regime fechado do Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), localizado no quilômetro 8 da rodovia BR-174, onde ocorreram 12 audiências.

As audiências de justificação têm a finalidade de ouvir os apenados do regime semiaberto, regredidos cautelarmente. Elas são um procedimento obrigatório que a Lei de Execução Penal (LEP) prevê nos incidentes de regressão cautelar de regime, quando o apenado comete alguma falta que é considerada grave, como o cometimento de um novo crime, ou a quebra das regras do monitoramento eletrônico, quando se instaura um incidente e tem-se que ouvir o apenado.

Conduzidas pela titular da 2.ª VEP, juíza Sabrina Ferreira, as audiências foram iniciadas no dia 16 agosto, alcançando até aqui o Instituto Penal Antônio Trindade (Ipat); o Centro de Detenção Provisória Masculino I; o Centro de Detenção Provisória Masculino II; além do Compaj, nesta terça-feira, totalizando 109 audiências já realizadas.

Os mutirões contam com a parceria do Ministério Público do Amazonas (MPE/AM), da Defensoria Pública do Estado (DPE/AM) e da Secretaria de Estado da Administração Penitenciária (Seap).

As próximas unidades prisionais da capital a receberem o mutirão, conforme a programação da 2.ª VEP, serão a Unidade Prisional do Puraquequara (UPP) e o Centro de Detenção Provisória Masculino (CDPM 1).

“Essas audiências são muito importantes para resolver o incidente instaurado para a apuração das faltas graves e, com isso, definir a situação processual do apenado. As próximas unidades prisionais a serem contempladas com o mutirão de audiências de justificação serão a UPP e o CDPM, este último onde há mais apenados regredidos cautelarmente. Os mutirões têm tido resultados muito positivos, o trabalho está sendo bem produtivo e já diminuímos consideravelmente a pauta de audiências”, destacou a titular da 2.ª Vara de Execução Penal.

Na ação levada ao Compaj, o Ministério Público do Estado atuou por meio do promotor de Justiça Ítalo Klinger Nascimento, e a DPE/AM por meio do defensor público Arthur Santa’Anna Ferreira Macêdo. Também participaram a advogada da unidade prisional, Flávia Yonara Andreola da Silva, e demais advogados constituídos por apenados do complexo penitenciário.

Fonte: Asscom TJAM

Leia mais

Pesquisa eleitoral com informações obrigatórias complementadas fora do prazo é considerada não registrada

A presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM), desembargadora Carla Maria Santos dos Reis, negou seguimento ao recurso especial da OPP O Primeiro...

Absolvição na esfera penal não impede condenação por dano ambiental na Justiça Cível

A absolvição de um empresário na esfera criminal não impediu sua condenação na Justiça Cível ao pagamento de indenização milionária por dano ambiental. Em sentença...

Mais Lidas

Justiça do Amazonas garante o direito de mulher permanecer com o nome de casada após divórcio

O desembargador Flávio Humberto Pascarelli, da 3ª Câmara Cível...

Bemol é condenada por venda de mercadoria com vícios ocultos em Manaus

O Juiz George Hamilton Lins Barroso, da 22ª Vara...

Destaques

Últimas

Faculdade particular é condenada após cobrar aluno por semestre que havia declarado isento

O 12º Juizado Especial Cível da Comarca de Natal julgou procedente uma ação movida por um estudante contra uma...

Por ordem de Moraes, PF faz busca por armas na casa de Bolsonaro

A Polícia Federal (PF) realizou nesta quarta-feira (8) uma varredura na residência do ex-presidente Jair Bolsonaro em busca de...

Administradora de consórcio é condenada a indenizar clientes por propaganda enganosa na compra de imóvel

A 1ª Turma Recursal dos Juizados Especiais Cíveis, Criminais e da Fazenda Pública do Estado do Rio Grande do...

Justiça reconhece fraude em contratação e condena operadora de telefonia a indenizar consumidor

Uma operadora de telefonia foi condenada a pagar indenização por danos morais no valor de R$ 2 mil a...